terça-feira, 16 de agosto de 2016

GRÊMIO GIGANTE DO FUTURO


 
 
Fundações e alicerce do Grêmio foram reerguidos. 
Desde a irresponsável e catastrófica gestão “José Alberto Guerreiro – ISL”, que o nosso glorioso Grêmio vem amargando humilhações econômicas, contabilizando déficits.  Bem como somando vergonhas e desilusões à nossa maravilhosa torcida tricolor.

Não é fácil ser torcedor e ter, por exemplo, que ver o clube trabalhar muito para trazer por empréstimo jogadores de renome como foram Roger Flores, Diego Souza e Maxi Lopez, reabilitá-los por completo e depois vê-los serem liberados ao mercado sem lucro algum, como se fôssemos simplesmente uma barriga de aluguel.   
Estamos há pelo menos 15 anos amargando desgostos e inglórias, herança maldita deixada por dirigentes irresponsáveis e egoístas, que pela simples necessidade de alimentar seus egos, despedaçaram nosso Grêmio.

Como torcedores passionais que somos, recorremos num erro crasso de avaliação, culpando ao longo dos anos homens que se dispuseram a ajudar, mas que por dificuldades não conseguiram segurar o “tsunami” deixado pelo já mencionado mau caráter e irresponsável Alberto Guerreiro. 
Hoje quem tem um pouquinho apenas de boa vontade, consegue enxergar um clube muito diferente; já com suas fundações reerguidas, tendo agora um alicerce sólido e de futuro muito próspero. Precisamos eliminar qualquer possibilidade de aventureiros presidirem nosso clube novamente.

Chega de homens dirigentes que vivem para alimentar seus egos, chega de dirigentes irresponsáveis, homens que sem cerimônia nenhuma colocam nosso Grêmio na iminência de anos de atraso financeiro.  
Precisamos de mais Romildões, dirigentes que pensam o Grêmio olhando sempre como uma flecha para o futuro e não apenas voltados para o hoje - sob pena de pouco avançarmos. 

Dito isso, estamos prestes a começar uma nova fase no clube, o Presidente Romildo não esconde muita coisa já melhorou e muito mais ainda melhorará, principalmente a partir da compra da gestão Arena. O Grêmio caminha a passos largos para se tornar novamente um dos clubes mais vitoriosos do Brasil e do mundo.
É importante para isso também que o torcedor entenda e interprete o que acontece financeiramente fora de campo e não somente dentro das quatro linhas. Sabemos que o clube é especificamente de futebol, porém precisa ser pensado sempre como uma empresa. É preciso que o torcedor aprenda a valorizar também dirigentes que não vencem, mas que fazem gestões eficientes e produtivas da qual proporcionará ao torcedor colher frutos logo ali na frente... 

É difícil?  É.  Mas trocar inconsequentemente um dirigente competente pode nos trazer anos de retrocessos e arrependimentos...
Saudações Tricolores
 
Edu Carlos Feijó
Gremista
 
 
 
 
 
 
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terça-feira, 26 de julho de 2016

"A Roger o que é de Roger..."


 
 
Tivesse Roger resolvido aquele probleminha crônico da bola aérea, certamente o time já estaria pelo menos uns seis pontos na frente do 2º colocado neste campeonato brasileiro. Isso, mesmo jogando um suposto "futebolzinho" de toque-toque, de lá pra cá, que para alguns xaropes, é apenas um futebol improdutivo e chato. Sim, por justiça é melhor começarmos pelo principal defeito da equipe montada pelo Roger, afinal temos realmente um defeito contundente e já detectado de bola aérea. Vamos assumir que não é fácil ver o time fazer boas partidas e mesmo assim amargar derrotas idiotas quase sempre consumadas por bolas totalmente despretensiosas, mas que quando alçadas, quase que por teimosia, costuma achar seu destino, a praga do gol. Mas começo pelo defeito, porque são tantas as virtudes do time de Roger, que precisaríamos realmente enumerá-las, mas tá valendo, principalmente para aquele torcedor mais cri-cri; chato e corneteiro; aquele que consegue enxergar somente as coisas negativas do time e também claro, para aquele torcedor já calejado, que de tanto esperar o tal título, cansara de "realmente querer avaliar e discernir", vejo poucos destes reais honestos.

Outro dia, terminado aquele "vexame" de Sport 4 x 2 Grêmio, o jornalista Juca Kfouri fraseou uma coisa intrigante. Dizia ele: "Dá gosto ver o Grêmio. Até quando perde". Para o gremista mais raivoso, objetivo e simplista, a resenha poderia cair apenas como uma simples tese de algum corinthiano feliz pela derrota de um suposto adversário direto "deles" na disputa do G4. Mas não, claro que não, Juca na verdade espremeu e tirou um caldo interessante. Sua síntese do jogo, além da bola aérea, foi a falta de aproveitamento gremista. Com isso, entrou no segundo ponto fraco da equipe de Roger, ou seja, um time que cria muito, porém perde muitas oportunidades também. O arremate gremista é quase uma simbiose de temor com preciosismo, fazendo muitas vezes parecer até que o atacante tenha sido displicente. Juca fora cirúrgico na opinião. O Grêmio quando perde, perde ainda assim jogando o seu bom futebol, e perde justamente quando naquele específico jogo acentuam-se os seus dois defeitos principais. Corrigíveis.

Penso como gremista, que devemos enaltecer e muito o trabalho do Roger, falei aqui que iria enumerar as qualidades do seu time, mas nem vou, são tão óbvias as virtudes que vou simplesmente sintetizar toda aquela enumeração prometida, apenas nas entradas de Bolaños, Iago e Negueba, no último jogo. Ora, nenhum deles sentiu pressão e quem conhece um mínimo de futebol sabe que isso acontece basicamente quando o estreante encontra uma equipe madura, bem treinada, confiante e consistente. Substituir Marcelo Oliveira, Giuliano e Luan num só jogo não é pouca coisa. Para ponderar um pouco eu poderia lembrar que realmente não sei se tivéssemos pegado um adversário menos destroçado, conseguiríamos tamanha performance, mas não posso, pois pegamos o São Paulo e para quem possa desconhecer esse mesmo São Paulo ainda não tinha perdido para o Grêmio na Arena. Isso para se ter uma ideia do grau de dificuldade que é enfrentá-los.

Por fim, poderia dizer sem medo de errar, que quase todo mundo no time do Grêmio evoluiu em relação a si mesmo na era Roger.
 
Saudações tricolores

 
Edu Carlos Feijó
Gremista
 
 
 
 
 
 
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"A Roger o que é de Roger..."


 
 
Tivesse Roger resolvido aquele probleminha crônico da bola aérea, certamente o time já estaria pelo menos uns seis pontos na frente do 2º colocado neste campeonato brasileiro. Isso, mesmo jogando um suposto "futebolzinho" de toque-toque, de lá pra cá, que para alguns xaropes, é apenas um futebol improdutivo e chato. Sim, por justiça é melhor começarmos pelo principal defeito da equipe montada pelo Roger, afinal temos realmente um defeito contundente e já detectado de bola aérea. Vamos assumir que não é fácil ver o time fazer boas partidas e mesmo assim amargar derrotas idiotas quase sempre consumadas por bolas totalmente despretensiosas, mas que quando alçadas, quase que por teimosia, costuma achar seu destino, a praga do gol. Mas começo pelo defeito, porque são tantas as virtudes do time de Roger, que precisaríamos realmente enumerá-las, mas tá valendo, principalmente para aquele torcedor mais cri-cri; chato e corneteiro; aquele que consegue enxergar somente as coisas negativas do time e também claro, para aquele torcedor já calejado, que de tanto esperar o tal título, cansara de "realmente querer avaliar e discernir", vejo poucos destes reais honestos.

Outro dia, terminado aquele "vexame" de Sport 4 x 2 Grêmio, o jornalista Juca Kfouri fraseou uma coisa intrigante. Dizia ele: "Dá gosto ver o Grêmio. Até quando perde". Para o gremista mais raivoso, objetivo e simplista, a resenha poderia cair apenas como uma simples tese de algum corinthiano feliz pela derrota de um suposto adversário direto "deles" na disputa do G4. Mas não, claro que não, Juca na verdade espremeu e tirou um caldo interessante. Sua síntese do jogo, além da bola aérea, foi a falta de aproveitamento gremista. Com isso, entrou no segundo ponto fraco da equipe de Roger, ou seja, um time que cria muito, porém perde muitas oportunidades também, O arremate gremista é quase uma simbiose de temor com preciosismo, fazendo muitas vezes parecer até que o atacante tenha sido displicente. Juca fora cirúrgico na opinião. O Grêmio quando perde, perde ainda assim jogando o seu bom futebol, e perde justamente quando naquele específico jogo acentuam-se os seus dois defeitos principais. Corrigíveis.

Penso como gremista, que devemos enaltecer e muito o trabalho do Roger, falei aqui que iria enumerar as qualidades do seu time, mas nem vou, são tão óbvias as virtudes que vou simplesmente sintetizar toda aquela enumeração prometida, apenas nas entradas de Bolaños, Iago e Negueba, no último jogo. Ora, nenhum deles sentiu pressão e quem conhece um mínimo de futebol sabe que isso acontece basicamente quando o estreante encontra uma equipe madura, bem treinada, confiante e consistente. Substituir Marcelo Oliveira, Giuliano e Luan num só jogo não é pouca coisa. Para ponderar um pouco eu poderia lembrar que realmente não sei se tivéssemos pegado um adversário menos destroçado, conseguiríamos tamanha performance, mas não posso, pois pegamos o São Paulo e para quem possa desconhecer esse mesmo São Paulo ainda não tinha perdido para o Grêmio na Arena. Isso para se ter uma ideia do grau de dificuldade que é enfrentá-los.

Por fim, poderia dizer sem medo de errar que quase todo mundo no time do Grêmio evoluiu em relação a si mesmo na era Roger.
Saudações tricolores

 
Edu Carlos Feijó
Gremista
 
 
 
 
 
 
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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Um Luan mentiroso, ou como queiram...


 
 
Joios a Luan, pois o assunto daria uma bíblia escrita, tamanha é capacidade do Gremista de discutir o indiscutível e questionar o inquestionável, mas penso que seja mesmo apenas mais um simples caso de "vítima" daquele torcedor mais chato (ou velho corneteiro, pouco compreensivo, inquisidor, instinto defenestrador), senão vamos analisar as adjetiváveis desqualificações: soneca, displicente, perdedor de gols e etc...

Ora, puxa vida, até então com tantos defeitos assim parece estarmos falando de um atleta totalmente desqualificado e que provavelmente em nada contribui dentro de campo para a conquista dos resultados do seu time, e assim, portanto digno merecedor das tantas e severas críticas. Ora com tanta adjetivação negativa assim, fatalmente catalogaríamos como pereba pura, perna de pau. Mas não posso acreditar que tudo isso adjetive nada menos que um dos mais importantes jogadores que o "time Grêmio" tem hoje em seu plantel...

Pois bem, penso que o LUAN SEJA na verdade UM JOGADOR MENTIROSO: o garoto mente o tempo todo dentro de campo, é tão visível a mentira ao ver Luan jogar que às vezes até irrita, e é sobre essa irritação especificamente que aqui, me dirijo aos torcedores Gremistas, senão vejamos: como um jogador lento, soneca, displicente, com péssima capacidade de conclusão a gol, um garoto tão cheio de defeitos poderia cadenciar, carimbar e distribuir praticamente todo o jogo do time do meio para frente, e ainda quase sempre fazendo tudo isso com muita dedicação, calma, simplicidade e maestria, tendo ele ainda sobre si ainda uma estatística fenomenal onde sua margem de erro em fundamentos principais é extremamente baixa?

Mas por que Luan mente? Primeiro, mente porque não sabe mentir, por mais paradoxal que isso possa parecer... Mente porque não sabe fazer "o diferente" do simples; do trivial e do básico. Mente porque não tem o hábito de jogar "para a torcida", aliás, como muitos outros jogadores o fazem, até para não dizer a grande maioria. Enfim Luan mente porque assim foi determinado no futebol: será um mentiroso aquele jogador que não fizer a firula, que não sair do simples, que não extravasar quando a torcida exigir que extravase, e mesmo assim ser considerado um fora de série, este será um mentiroso clássico, pois fugirá dos princípios básicos normalmente exigidos pelo torcedor. Dito isso, temos hoje no Grêmio um garoto que joga sem invenção; "sem firula", um futebol tático e simples, mas justamente por assim ser, é considerado por muitos um jogador insuficiente para o Grêmio e claro, gerando sempre aquela irritação clássica, vindo principalmente daqueles torcedores já acostumados com o velho futebol clichê, ou com aquele futebol jogado como se dentro de uma vitrine. Mas não se culpe ninguém, na esfera futebol somos todos torcedores e, portanto todos "corneteiros".

Por fim lembro-me de ter conhecido outro grande "soneca" no futebol brasileiro, um jogador quase sempre genial, mas sempre questionado pelo seu jeito dorminhoco e molenga de ser, claro até que definitivamente "nos acostumamos", aceitando-o do jeito que era "sonecão", até que o mesmo passou a destaque e protagonista dos times dentro de campo (coisa que uma boa parte dos torcedores nunca duvidou que acontecesse)... Alex "cabeça de lâmpada", já consagrado pelo mundo, conseguiu definitivamente convencer do seu futebol aqueles últimos críticos chatos, quando em 2003, sob o comando de Wanderlei Luxemburgo no Cruzeiro, se sagrou campeão brasileiro, tendo ele Alex, sido o principal jogador da equipe, o carimbador, a peça chave, o insubstituível daquele que podemos certamente catalogar como um "time fantástico".

Saudações Tricolores

Edu Carlos Feijó
Gremista
 
 
 
 
 
 
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